Outubro está chegando ao fim, mas ainda dá tempo de reservar um momento para cuidar da saúde! Nesta quarta-feira, 28 de outubro, as Unidades Básicas de Saúde (UBS) Santa Paula e Jardim Futura/Jardim São Paulo terão atendimento especial, das 17h às 20h, com serviços voltados à prevenção e à saúde da mulher.
O Município de Guaíra, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), promove a ação como parte da programação do Outubro Rosa, campanha dedicada à conscientização sobre a saúde feminina e à importância do diagnóstico precoce de doenças.
Confira os atendimentos disponíveis:
Orientações gerais sobre a saúde da mulher;
Verificação de sinais vitais;
Vacinação;
Coleta de exame preventivo;
Liberação de guias para mamografia.
A programação é destinada a mulheres de todas as idades e oferece uma oportunidade de atualizar as vacinas, buscar orientações e realizar cuidados preventivos.
O Município orienta as mulheres a procurar sua unidade de referência e aproveitar o horário estendido para cuidar da saúde.
Outubro Rosa: a prevenção merece atenção durante todo o ano!
Há 44 anos, em 27 de outubro de 1982, as águas do Rio Paraná encobriam definitivamente as últimas rochas visíveis das Sete Quedas. Desaparecia da superfície uma das mais extraordinárias maravilhas naturais do planeta, reconhecida como a maior cachoeira do mundo em volume de água.
Desde então, todos os anos, o Município de Guaíra reserva um espaço para trazer essa história de volta à superfície.
Para alguns, é saudade. Para outros, indignação, revolta ou tristeza. Há quem considere o assunto superado, quem questione a necessidade de relembrá-lo e quem sinta curiosidade por uma paisagem que nunca teve a oportunidade de conhecer.
São diferentes sentimentos diante de uma mesma história.
Mas por que continuar a falar das Sete Quedas depois de mais de quatro décadas?
Porque preservar a memória não significa viver preso ao passado.
O Município de Guaíra reconhece o desaparecimento das Sete Quedas como um capítulo importante não apenas da história local, mas também do Brasil, do Paraguai e do desenvolvimento energético mundial. Uma história que envolve natureza, engenharia, economia, política, diplomacia, escolhas e consequências.
Recordá-la é uma forma de preservar o conhecimento, estimular reflexões e transmitir às novas gerações a dimensão de um acontecimento que transformou a realidade de dois países.
Para quem viu as quedas e ainda guarda o som das águas na memória. Para quem acompanhou sua despedida. Para quem nasceu depois e conhece aquela grandiosidade apenas por fotografias, vídeos ou relatos.
A memória das Sete Quedas pertence a todas essas gerações.
Não importa quantos anos se passem. As Sete Quedas existiram. Sua grandiosidade foi real. Seu desaparecimento também.
Em 2026, porém, o Município de Guaíra propõe uma abordagem diferente.
Em vez de apenas recordar o que foi perdido, o convite é compreender o mundo em que aquela decisão foi tomada
Como era o Brasil das décadas de 1960, 1970 e 1980? O que significava desenvolvimento naquele tempo? Quais interesses econômicos, políticos e diplomáticos estavam envolvidos? Existiam alternativas? E o que levou dois países a escolherem um projeto que exigiria o desaparecimento de uma maravilha natural?
Para refletir sobre essas perguntas, é preciso voltar ao início dessa história.
Muito antes de Itaipu, muito antes de Guaíra e Salto del Guairá se tornarem cidades de fronteira, o Rio Paraná já esculpia uma das paisagens mais impressionantes do planeta.
A formação das Sete Quedas remonta a milhões de anos. A atividade vulcânica que deu origem aos paredões de basalto, associada à ação contínua das águas, formou saltos, corredeiras e canais de proporções extraordinárias.
Eram 19 saltos distribuídos em sete grupos, reconhecidos pelo imenso volume de água. O rugido das águas podia ser ouvido a quilômetros de distância, enquanto colunas de vapor se erguiam sobre os paredões.
Muito antes da chegada dos europeus, povos indígenas já conheciam a região. Suas rotas integravam uma extensa rede de caminhos, entre eles o Peabiru, que conectava diferentes territórios da América do Sul.
O escritor e historiador Cristian Aguazo, no vídeo Histórias de Guaíra, relata a passagem do explorador Aleixo Garcia pela região por volta de 1525. Ao longo dos séculos, as quedas também integraram caminhos comerciais, atividades ligadas à erva-mate e, posteriormente, tornaram-se um importante atrativo turístico.
Sete Quedas fazia parte da economia, da identidade e das perspectivas de futuro das comunidades da fronteira.
E há um aspecto que merece destaque: as Sete Quedas não eram um patrimônio exclusivo de Guaíra. A paisagem integrava uma região compartilhada entre Brasil e Paraguai, com ligação direta entre Guaíra e Salto del Guairá.
A mesma força das águas que encantava visitantes também despertava o interesse de engenheiros e governos.
Para compreender como essa riqueza natural se tornou parte de um projeto hidrelétrico, é necessário conhecer o Brasil que se desenhava nas décadas de 1960 e 1970.
O país buscava acelerar a industrialização, ampliar a infraestrutura e acompanhar o crescimento das cidades. A demanda por eletricidade aumentava à medida que fábricas, comércios e residências incorporavam novas tecnologias.
O progresso era frequentemente associado à construção de grandes obras, ao aumento da produção e à conquista de bens de consumo. Para muitas famílias, ter uma televisão, uma geladeira, um automóvel ou uma máquina de lavar representava a possibilidade de uma vida melhor.
Esses objetos, hoje tão comuns, eram símbolos de conforto, modernidade e ascensão social. A promessa de desenvolvimento, entretanto, convivia com profundas desigualdades, e milhões de brasileiros ainda estavam distantes daquela prosperidade.
Era também uma sociedade com outras formas de comunicação e acesso à informação. As notícias chegavam principalmente pelo rádio, pela televisão e pelos jornais impressos. A pesquisa dependia de livros, bibliotecas e especialistas. As distâncias pareciam maiores, e a velocidade das transformações era diferente.
A preservação ambiental já mobilizava pesquisadores, movimentos sociais e setores da população. Em 1972, a Conferência de Estocolmo havia colocado o tema no debate internacional. Entretanto, a proteção da natureza ainda não possuía o mesmo peso institucional e social que conquistaria nas décadas seguintes.
Nesse ambiente, grandes empreendimentos eram apresentados como caminhos para o desenvolvimento, a soberania e o crescimento econômico. A energia elétrica ocupava posição central nessa perspectiva de futuro.
Desde o governo de Juscelino Kubitschek, estudos buscavam formas de aproveitar o potencial hidrelétrico do Rio Paraná. Diferentes projetos foram considerados.
Conforme os relatos históricos apresentados por Cristian Aguazo, propostas associadas aos engenheiros Pedro Hupp e Octávio Marcondes Ferraz, além de alternativas de origem japonesa e soviética, estudaram formas distintas de aproveitamento energético. Algumas contemplavam a possibilidade de preservar as quedas.
Portanto, o desaparecimento daquela paisagem não era uma consequência inevitável de qualquer projeto hidrelétrico. Havia alternativas em discussão.
Mas a escolha que prevaleceu não dependia apenas da engenharia.
O mundo vivia a Guerra Fria, marcado pela disputa política e ideológica entre Estados Unidos e União Soviética. O Paraguai era governado por Alfredo Stroessner, enquanto o Brasil, após o golpe de 1964, também estava sob um regime militar.
Além da necessidade de energia, existia uma antiga divergência territorial entre Brasil e Paraguai, relacionada à definição das fronteiras após a Guerra do Paraguai. Embora o Tratado de Limites de 1872 tivesse estabelecido referências para a divisão territorial, a região de Sete Quedas permaneceu no centro de um impasse diplomático que se agravou na década de 1960.
A aproximação entre os dois países, por meio de um empreendimento binacional, representava uma oportunidade de cooperação e de encaminhamento das tensões territoriais.
Foi nesse cenário que Itaipu ganhou força.
A usina reunia interesses estratégicos de dois países: garantir energia para a industrialização, impulsionar a economia, ampliar a infraestrutura, criar empregos, fortalecer a cooperação entre Brasil e Paraguai, reduzir tensões diplomáticas e demonstrar capacidade tecnológica.
Para os governos militares, uma obra daquela magnitude também representava uma demonstração de poder, desenvolvimento e capacidade de realização.
Em 22 de junho de 1966, a Ata de Iguaçu formalizou o entendimento entre Brasil e Paraguai para o aproveitamento conjunto dos recursos hídricos. Em 26 de abril de 1973, foi assinado o Tratado de Itaipu, durante os governos de Emílio Garrastazu Médici e Alfredo Stroessner.
Mas essa solução exigia um sacrifício.
O reservatório cobriria as Sete Quedas.
Na década de 1970, Guaíra e Salto del Guairá eram cidades pequenas, com pouca força política diante das decisões estratégicas de dois países. Na lógica daquele período, a perda de uma paisagem localizada junto a centros urbanos de menor porte pode ter parecido um custo aceitável diante dos interesses nacionais.
Essa interpretação não diminui a dimensão da perda, mas ajuda a compreender a diferença entre o poder de quem decidia e a realidade das comunidades que sofreriam as consequências.
Houve resistência.
Ambientalistas, moradores, intelectuais e representantes políticos se manifestaram contra o desaparecimento das quedas. O Kuarup, ato simbólico de despedida inspirado em tradições indígenas, reuniu pessoas em defesa daquele patrimônio. O poeta Carlos Drummond de Andrade deu visibilidade nacional à causa, enquanto, em Guaíra, o vereador Jeremias Lobato esteve entre as vozes contrárias ao projeto.
A mobilização ocorreu sob uma ditadura militar, em um período de censura e restrições ao debate público.
Os últimos meses também foram marcados pela tragédia. Em janeiro de 1982, o rompimento de uma ponte na área das quedas provocou a morte de 32 pessoas, episódio que aprofundou a dor associada à despedida daquele lugar.
Em 19 de setembro de 1982, o Parque Nacional de Sete Quedas foi fechado à visitação.
Em 13 de outubro, teve início a formação do reservatório de Itaipu. Ao longo dos 14 dias seguintes, as águas subiram e cobriram os saltos, os paredões e os caminhos que durante séculos fizeram parte da paisagem.
Em 27 de outubro de 1982, as últimas rochas visíveis desapareceram sob as águas.
As Sete Quedas estavam definitivamente submersas.
Quarenta e quatro anos.
Pode parecer pouco diante dos milhões de anos que a natureza levou para formar as Sete Quedas. Mas basta observar a própria vida para perceber o quanto o mundo mudou desde outubro de 1982.
Mudaram as cidades, as estradas, as casas, a medicina, a engenharia, a comunicação e a maneira como a sociedade se relaciona com o planeta. O conhecimento que antes estava restrito a bibliotecas, universidades e especialistas agora cabe na palma da mão.
Quem viveu aquela época testemunhou uma transformação extraordinária. Quem nasceu depois encontrou um mundo cada vez mais conectado, com tecnologias e possibilidades que as gerações anteriores dificilmente poderiam imaginar.
E, mesmo para quem esteve lá, é difícil reconstruir aquela realidade sem a influência de tudo o que se aprendeu depois.
Antes de apontar os culpados, experimente voltar no tempo.
Mas sem o celular no bolso, sem a internet à disposição, sem o conhecimento ambiental acumulado nas últimas quatro décadas e sem as certezas que o futuro trouxe.
Deixe de lado, por um instante, as opiniões prontas e os julgamentos construídos a partir da realidade atual.
Volte para aquele Brasil. Para o mundo dividido pela Guerra Fria, para a necessidade de energia, as ambições de desenvolvimento, as tensões diplomáticas e as alternativas de engenharia daquele período.
Imagine ocupar o lugar de quem precisava decidir, com os mesmos conhecimentos disponíveis, diante das mesmas pressões e sem a possibilidade de conhecer o futuro.
O que você faria?
Salvaria as Sete Quedas a qualquer custo? Escolheria outro projeto? Conseguiria conciliar todos aqueles interesses? Teria força política para isso? E conseguiria enxergar, naquele momento, tudo o que hoje parece tão evidente?
Talvez fizesse diferente. Talvez não.
Essa reflexão não pretende inocentar os responsáveis, apagar a resistência de quem lutou pela preservação ou transformar uma perda irreversível em algo inevitável. Havia alternativas e pessoas que já compreendiam a dimensão do sacrifício.
É fácil julgar o passado com a consciência do presente. Difícil é compreender o passado com os olhos de quem ainda não conhecia o amanhã.
Sob essa perspectiva, as Sete Quedas podem ser compreendidas simbolicamente como um mártir do desenvolvimento. Uma maravilha natural sacrificada para que interesses econômicos, políticos, diplomáticos e sociais de uma época pudessem avançar.
A construção de Itaipu contribuiu para a industrialização, a expansão econômica, a cooperação entre Brasil e Paraguai e a transformação da vida de milhões de pessoas.
A paisagem, porém, não voltou. Os caminhos desapareceram, o rugido das águas deixou de ser ouvido e gerações inteiras perderam a oportunidade de contemplar uma das maiores manifestações da natureza.
Mas a força do Rio Paraná permaneceu. As águas que antes impressionavam pela beleza e grandiosidade das quedas passaram a movimentar turbinas, iluminar cidades, abastecer indústrias e contribuir para o funcionamento de hospitais, escolas e inúmeras atividades essenciais à sociedade.
As Sete Quedas não se transformaram literalmente em Itaipu. Mas a força do mesmo rio que criou aquele espetáculo natural passou a sustentar uma obra que mudou a realidade de dois países.
As duas histórias pertencem ao mesmo rio. Uma representa aquilo que a humanidade foi capaz de construir. A outra lembra aquilo que a humanidade foi capaz de perder.
Nenhuma quantidade de energia produzida é capaz de reconstruir aquela paisagem. E reconhecer a importância de Itaipu não exige esquecer o valor insubstituível das Sete Quedas.
Por isso, ao acender uma luz, talvez exista espaço para recordar que a energia elétrica, tão comum na vida moderna, também carrega histórias de escolhas, conquistas e renúncias.
Neste outubro, além da saudade e da indignação, pode haver espaço para o reconhecimento e a gratidão. Gratidão à natureza que ofereceu as Sete Quedas. Respeito às gerações que as conheceram, às pessoas que lutaram por sua preservação e àquelas que jamais tiveram a oportunidade de contemplá-las.
Talvez a maior homenagem às Sete Quedas, 44 anos depois, seja reconhecer o tamanho de seu sacrifício e aprender com sua história antes de decidir o que a sociedade está disposta a perder em nome do próprio futuro.
As Sete Quedas permanecem submersas. Mas a força do Rio Paraná continua a fazer parte da vida de milhões de pessoas.
E a pergunta que aquela paisagem deixou continua à superfície:
Se estivesse lá, naquele tempo, você teria feito diferente?
Há 44 anos, Guaíra se preparava para uma despedida que marcaria para sempre sua história.
Em outubro de 1982, o fechamento das comportas de Itaipu deu início à formação do reservatório que, pouco a pouco, cobriu uma das maiores maravilhas naturais do mundo: as Sete Quedas.
Amanhã, 27 de outubro, recordamos os 44 anos do último dia das Sete Quedas. O último capítulo de uma paisagem que encantou gerações, atraiu visitantes de diferentes lugares e fez do estrondo das águas parte da identidade de Guaíra.
Mas uma paisagem tão grandiosa não desaparece por completo enquanto houver quem se lembre dela.
Por isso, o Município de Guaíra, por meio da Diretoria de Comunicação Social e Imprensa (DICSI), dedica esta semana à memória das Sete Quedas e convida a população a participar dessa homenagem coletiva.
Queremos conhecer a sua história!
Você visitou as Sete Quedas? Guarda fotografias daquele tempo? Tem alguma lembrança contada por seus pais ou avós? Escreveu um poema ou um texto sobre elas?
Compartilhe conosco!
📜 Poemas e textos curtos sobre as Sete Quedas.
📷 Fotografias antigas que ajudem a preservar essa história.
🎥 Vídeos de até 30 segundos, com imagens das Sete Quedas e uma breve história, lembrança ou reflexão.
📲 Envie pelo WhatsApp da DICSI: (44) 3642-9955.
Informe seu nome completo, identifique a origem das fotografias e encaminhe os textos em formato de documento. Os materiais passarão por triagem editorial e poderão integrar as publicações especiais nas redes sociais do Município.
As fotografias selecionadas também poderão compor um álbum especial no Facebook, para reunir registros e preservar parte dessa memória coletiva.
Nesta semana, o Município de Guaíra volta a ouvir as Sete Quedas. Não pelo estrondo das águas, mas pela voz de quem ainda guarda sua história.
Porque há 44 anos as Sete Quedas se despediram da paisagem. Mas nunca da memória de Guaíra.
#SeteQuedas #44Anos #MemóriaDeGuaíra #HistóriaDeGuaíra #MunicípioDeGuaíra
O esporte guairense conquistou mais um resultado de destaque regional! No dia 18 de outubro, em Medianeira, a equipe de atletismo de Guaíra garantiu o 3º lugar na classificação geral por equipes nas Olimpíadas de Atletismo da Associação dos Municípios do Oeste do Paraná (AMOP).
O Município de Guaíra, por meio da Secretaria Municipal de Turismo, Esporte e Cultura (SEMTEC) e da Secretaria Municipal de Assistência Social (SEMAS), participou da competição com uma delegação de 17 atletas, com idades entre 11 e 84 anos.
Além do resultado coletivo, a participação foi marcada por conquistas individuais em diferentes provas, que demonstraram o preparo e a dedicação dos representantes guairenses.
A competição também marcou a estreia de integrantes do Projeto Esportivo dos Idosos em uma disputa oficial de atletismo. Os participantes, que desenvolvem atividades esportivas no município, tiveram a oportunidade de experimentar uma nova modalidade competitiva e representar Guaíra em um evento regional.
A presença de atletas de diferentes gerações destacou o papel do esporte na promoção da saúde, da convivência e da inclusão. Dos jovens competidores aos participantes da melhor idade, a delegação demonstrou que a prática esportiva oferece oportunidades de desenvolvimento e superação em todas as fases da vida.
O Município de Guaíra parabeniza todos os atletas pela participação e pela dedicação, com reconhecimento especial à equipe de atletismo pela conquista do terceiro lugar geral, resultado que valoriza o esporte guairense no cenário regional.
Celebrados em 25 de outubro, o Dia do Cirurgião-Dentista e o Dia Nacional da Saúde Bucal reforçam a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e do acompanhamento odontológico para a saúde e a qualidade de vida da população.
O Município de Guaíra, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), destaca a data como uma oportunidade de conscientizar a população sobre os cuidados com a saúde bucal e reconhecer o trabalho dos cirurgiões-dentistas, profissionais essenciais na prevenção e no tratamento de doenças.
A escolha de 25 de outubro remete ao ano de 1884, quando o Decreto Imperial nº 9.311 estabeleceu os primeiros cursos de Odontologia no Brasil, vinculados às faculdades de Medicina do Rio de Janeiro e da Bahia.
A saúde bucal vai além da conservação dos dentes. Problemas como cáries, doenças gengivais e infecções podem comprometer a mastigação, a alimentação, a fala e o bem-estar. O acompanhamento odontológico também permite identificar alterações que necessitam de avaliação e tratamento.
Entre os principais cuidados preventivos estão a escovação com creme dental fluoretado, o uso diário do fio dental, a alimentação equilibrada e as consultas odontológicas periódicas. Esses hábitos ajudam a prevenir doenças e a preservar a saúde da boca em todas as fases da vida.
A atenção à saúde bucal deve começar na infância e continuar ao longo da vida, com orientações adequadas às necessidades de cada pessoa. A prevenção contribui para reduzir complicações, evitar tratamentos mais complexos e promover a saúde integral.
Neste Dia do Cirurgião-Dentista, o Município de Guaíra presta sua homenagem aos profissionais que, com conhecimento técnico, responsabilidade e dedicação, contribuem diariamente para a saúde da população.
Parabéns a todos os cirurgiões-dentistas pelo trabalho e pelo compromisso com o cuidado e a qualidade de vida dos guairenses!
A semana começa com bola rolando em Guaíra! Nesta segunda-feira, 26 de outubro, o Ginásio de Esportes Professor Robinson Reis recebe a 23ª rodada do Campeonato Municipal de Futsal 2026, com três confrontos pelas séries Ouro e Prata e pela categoria Feminino Livre.
O Município de Guaíra, por meio da Diretoria de Esporte e Lazer da Secretaria Municipal de Turismo, Esporte e Cultura (SEMTEC), promove a competição, que reúne equipes locais e proporciona momentos de esporte, integração e torcida.
Confira os jogos da 23ª rodada:
19h15 | Série Prata – Grupo C
Revolta X Athlético Sete Quedas
20h15 | Feminino Livre – Grupo Único
Fronteira Futsal X SC Corinthians
21h15 | Série Ouro – Grupo Único
Oliveira Futsal X Sport Club BNH3
A comunidade está convidada a prestigiar os jogos, torcer pelas equipes e acompanhar mais uma noite de futsal guairense.
Para mais informações, os interessados podem procurar a Diretoria de Esporte e Lazer, anexa ao Ginásio de Esportes Professor Robinson Reis, na Avenida Marcelino Rollon, Centro, com acesso lateral pela Rua Dr. Miani, ou entrar em contato pelo WhatsApp (44) 3642-1065.
O sábado promete bola na rede e muita disputa dentro das quatro linhas! O Campeonato Municipal de Futsal de Guaíra 2026 chega à 22ª rodada neste sábado, 24 de outubro, com três confrontos no Ginásio de Esportes Professor Robinson Reis, a partir das 16h.
O Município de Guaíra, por meio da Diretoria de Esporte e Lazer da Secretaria Municipal de Turismo, Esporte e Cultura (SEMTEC), promove a competição, que reúne equipes locais nas disputas da Série Prata e da categoria Feminino Livre.
A programação começa às 16h, com FC Trovão x BNH3 Resenha, pelo Grupo B da Série Prata. Na sequência, às 17h, o futsal feminino entra em quadra com Império FC x Sport Club BNH3, pelo Grupo Único.
Para fechar a rodada, às 18h, São Francisco FC x Reciclagem Guaíra se enfrentam pelo Grupo C da Série Prata.
Confira os jogos da 22ª rodada:
16h | Série Prata – Grupo B: FC Trovão x BNH3 Resenha
17h | Feminino Livre – Grupo Único: Império FC x Sport Club BNH3
18h | Série Prata – Grupo C: São Francisco FC x Reciclagem Guaíra
Com três partidas na programação, a tarde de sábado reserva mais uma oportunidade para acompanhar o talento dos atletas guairenses e torcer pelas equipes favoritas.
O Município de Guaíra convida a comunidade a prestigiar os confrontos e apoiar o esporte local. Reúna a família, chame os amigos e venha fazer parte da torcida!
Para informações sobre o campeonato e demais atividades esportivas, os interessados podem procurar a Diretoria de Esporte e Lazer, anexa ao Ginásio de Esportes Professor Robinson Reis, na Avenida Marcelino Rollon, Centro, com acesso lateral pela Rua Dr. Miani, ou entrar em contato pelo WhatsApp (44) 3642-1065.
O Município de Guaíra, por meio do Centro de Controle Animal (CCA), vinculado à Diretoria de Meio Ambiente da Secretaria Municipal de Agropecuária, Infraestrutura e Meio Ambiente (SEMAIM), realizou, no dia 23 de outubro de 2026, a soltura de uma cobra-d’água-do-litoral (Helicops carinicaudus), após os procedimentos de avaliação e manejo do animal.
A serpente passou por avaliação clínica da equipe responsável e, após a constatação de que apresentava boas condições de saúde, foi devolvida à natureza, em local adequado, com os cuidados necessários para preservar seu bem-estar e garantir a segurança durante o procedimento.
O Centro de Controle Animal orienta a população a não tentar capturar, manipular ou transportar animais silvestres por conta própria. Ao encontrar uma serpente ou outro representante da fauna nativa, a recomendação é manter distância, evitar qualquer tentativa de contato e acionar os órgãos competentes para que a situação seja avaliada por profissionais capacitados.
Cada espécie apresenta características próprias de comportamento e defesa, além de diferentes níveis de sensibilidade ao estresse. Por esse motivo, o resgate, a contenção, o transporte e a destinação de animais silvestres exigem técnicas adequadas e conhecimento especializado, a fim de reduzir os riscos para as pessoas envolvidas e preservar a integridade dos animais.
Proteger a fauna também significa respeitar seu espaço e reconhecer a importância de cada espécie para o equilíbrio dos ecossistemas. Em situações que envolvam animais silvestres, a orientação é evitar a intervenção direta e buscar auxílio dos órgãos responsáveis.
Para resgate de animais silvestres, domésticos ou orientações relacionadas aos cuidados com animais no Município de Guaíra, entre em contato com o Centro de Controle Animal (CCA) e Centro de Apoio à Fauna Silvestre (CAFS), localizado na Rua São Vicente, nº 215, Vila Rica, ou pelo telefone/WhatsApp (44) 3642-9929.
Em situações de resgates emergenciais, a orientação é acionar o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193 ou pelo número (44) 3642-2505.
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O Município de Guaíra, por meio do Centro de Controle Animal (CCA), vinculado à Diretoria de Meio Ambiente da Secretaria Municipal de Agropecuária, Infraestrutura e Meio Ambiente (SEMAIM), realizou, no dia 21 de outubro de 2026, a soltura de uma sucuri-verde resgatada na garagem de uma residência no bairro Jardim São Paulo.
O animal, com mais de um metro de comprimento, passou por avaliação clínica da equipe responsável. Após a constatação de que apresentava boas condições de saúde, a serpente foi devolvida à natureza, em local adequado ao seu habitat, com os cuidados necessários para garantir a segurança do animal e das pessoas envolvidas.
Nativa da região, a sucuri-verde (Eunectes murinus) é uma serpente não peçonhenta, encontrada principalmente nas proximidades de rios, lagoas, áreas alagadas e outros ambientes associados à presença de água. Sua alimentação ocorre por meio da captura de presas por constrição, envolve o corpo do animal até imobilizá-lo. A espécie desempenha um papel importante no equilíbrio dos ecossistemas naturais.
O Centro de Controle Animal orienta a população a não tentar capturar, manipular ou transportar animais silvestres por conta própria. Ao encontrar uma serpente ou outro animal da fauna nativa, a recomendação é manter distância, evitar qualquer tentativa de contato e acionar os órgãos competentes para que a situação seja avaliada por profissionais capacitados.
Cada espécie apresenta características próprias de defesa e diferentes níveis de sensibilidade ao estresse. Por esse motivo, o resgate, a contenção, o transporte e a destinação desses animais exigem técnicas adequadas e conhecimento especializado, a fim de reduzir os riscos para os envolvidos e preservar o bem-estar da fauna.
Proteger a fauna também significa respeitar seu espaço e reconhecer a importância de cada espécie para o equilíbrio da natureza. Em situações que envolvam animais silvestres, a orientação é não intervir diretamente e buscar o auxílio dos órgãos responsáveis.
Para resgate de animais silvestres, domésticos ou orientações relacionadas aos cuidados com animais no Município de Guaíra, entre em contato com o Centro de Controle Animal (CCA) e Centro de Apoio à Fauna Silvestre (CAFS), localizado na Rua São Vicente, nº 215, Vila Rica, ou pelo telefone/WhatsApp (44) 3642-9929.
Em situações de resgates emergenciais, a orientação é acionar o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193 ou pelo número (44) 3642-2505.