O Município de Guaíra apoiou, nos dias 26 e 27 de setembro, a realização do 32º Torneio Internacional de Pesca Esportiva. A competição reuniu 170 equipes e 497 atletas pescadores nas águas do Rio Paraná e reafirmou uma história construída sobre turismo, preservação ambiental, solidariedade e capacidade de recomeçar.
Para compreender o significado do Torneio, é necessário voltar a 1982. Naquele ano, a formação do reservatório da Usina Hidrelétrica de Itaipu cobriu as Sete Quedas. Guaíra perdeu um dos maiores espetáculos naturais do mundo, mas também viu desaparecer parte de sua identidade turística, de sua economia e do futuro que imaginava construir.
A cidade poderia ter aceitado aquela perda como um ponto final. No entanto, moradores, empresários e representantes do poder público se recusaram a permitir que a vocação turística de Guaíra também desaparecesse sob as águas.
Em 1983, o recém-formado Iate Clube de Guaíra, com a participação da iniciativa privada, da classe empresarial e do poder público, criou o Torneio Internacional de Pesca. A competição nasceu como resposta a um período de perdas e como tentativa de reunir novamente as pessoas ao redor do mesmo rio que havia levado tanto, mas que ainda possuía muito a oferecer.
Até 1990, o Torneio tinha como sede a antiga Prainha, na área central. Com a construção do Centro Náutico Marinas, a competição ganhou uma estrutura mais adequada para receber pescadores, familiares e visitantes.
Ao longo das décadas, o Torneio acompanhou as transformações da sociedade. Durante muitos anos, os peixes capturados eram retirados do rio, pesados e apresentados ao público. Naquele período, essa prática refletia a compreensão predominante sobre pesca e preservação.
Com o avanço da consciência ambiental, a competição adotou, em 2019, a modalidade “Pesque, Fotografe, Grave e Solte Vivo”. A emoção, a técnica e a tradição permaneceram, mas os exemplares passaram a retornar ao Rio Paraná.
Outra transformação decisiva começou a ser construída em 2016, quando Guaíra enfrentou uma nova perda: o município ficou sem hospital em funcionamento.
A Associação Assistencial de Guaíra, entidade fundada décadas antes e que havia mantido o Lar São Francisco de Assis, aprovou, em 15 de março de 2016, sua atuação na área hospitalar. A instituição alugou e reformou o prédio do antigo Hospital Santa Rita e mobilizou poder público, voluntários, profissionais, empresas e entidades.
Em 1º de dezembro de 2016, o Hospital Beneficente AssisteGuaíra iniciou os atendimentos. A unidade nasceu do esforço coletivo para devolver à população o direito de encontrar internação, cirurgias, partos e cuidados hospitalares dentro do próprio município.
Foi assim que duas histórias, criadas em momentos diferentes, passaram a carregar a mesma essência.
Quando Guaíra perdeu as Sete Quedas, fez nascer o Torneio. Quando ficou sem hospital, fez nascer o AssisteGuaíra.
Em 2018, uma lei municipal estabeleceu que, a partir da 26ª edição, o Torneio passaria a ser organizado pelo AssisteGuaíra. As duas histórias finalmente se encontraram: uma tradição criada para ajudar Guaíra a recomeçar passou a contribuir com uma instituição criada para cuidar e salvar vidas.
Desde então, a inscrição não representa somente o valor de participação em uma competição. Ela também funciona como contribuição para a manutenção do Hospital. Toda a renda líquida do Torneio é destinada ao AssisteGuaíra.
Na edição de 2026, as inscrições somaram uma arrecadação bruta de R$ 136 mil. Cada equipe pagou R$ 800 e pôde reunir até três pescadores, o equivalente a aproximadamente R$ 266,67 por integrante quando o valor foi dividido entre os três participantes.
A última semana de inscrições começou com cerca de 50 equipes confirmadas. A mobilização dos pescadores, organizadores, parceiros, apoiadores e da comunidade elevou esse número para 170 equipes.
O total colocou a 32ª edição entre as três maiores participações da série histórica compilada, atrás apenas de 2024, com 216 equipes, e de 2022, com 173.
Em 2017, na 25ª edição, o Torneio reuniu 135 equipes. Em 2019, foram 150. O retorno de 2022 recebeu 173 equipes. Em 2023, foram registradas 160 inscrições. O recorde chegou em 2024, com 216 equipes. Em 2025, a competição voltou a reunir 160 equipes. Já em 2026, o total alcançou 170 equipes, crescimento de 6,25% em relação ao ano anterior.
O valor da inscrição também acompanhou a ampliação da estrutura, da finalidade beneficente e da premiação. Em 2017, a taxa era de R$ 250 por equipe. Em 2022, o primeiro lote custou R$ 600. Em 2023, o valor foi de R$ 700. Em 2025, chegou a R$ 900. Na 32ª edição, a organização estabeleceu o valor de R$ 800.
A premiação de 2026 reuniu 13 superprêmios: seis motores de popa, cinco barcos de alumínio e duas carretinhas. O regulamento também destinou sorteios específicos às equipes com participação feminina, às primeiras inscrições pagas, aos participantes da Barqueata e às embarcações presentes na água durante a largada.
A presença feminina representou 33% dos 497 competidores. Os homens corresponderam a 67%. Entre as equipes, 96% participaram com três integrantes e 4% com dois.
O Paraná concentrou 95,3% dos pescadores. O Torneio também recebeu representantes de Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Paraguai, o que preservou seu caráter internacional.
A prova registrou mais de 68 capturas válidas. Foram 15 tucunarés, três dourados, 14 peixes de ceva e 36 peixes de couro. Todos os exemplares validados seguiram o procedimento de fotografia, gravação, medição e soltura.
Na categoria Tucunaré, a Kabellera Fishing venceu com 140,5 pontos e também apresentou o maior exemplar, com 49,5 centímetros. A Área 51 ficou em segundo lugar, com 125 pontos, e a Apam RA Team Consultoria Fitness conquistou a terceira colocação, com 119 pontos.
Na categoria Dourado, a equipe João Medeiros venceu com 143 pontos e registrou o maior exemplar, com 71,5 centímetros. O Clube do Anzol Vazio ficou em segundo lugar, com 68 pontos.
Entre os peixes de ceva, a equipe Os Criticoso conquistou o primeiro lugar, com 139 pontos. Posto Maringá ficou em segundo, com 125 pontos, e Os Amigos alcançou a terceira posição, com 111,5 pontos. A equipe Alfa Sierra apresentou a maior piapara, com 58 centímetros.
Na categoria Peixes de Couro, a equipe Os Cuiudo venceu com 205 pontos. A Sixseven ficou em segundo lugar, com 200,5 pontos, e a Shem 001 conquistou a terceira colocação, com 192,5 pontos. O maior exemplar foi um armado de 75 centímetros, apresentado pela equipe Aqui Tem as Coisas.
Os sorteios dos superprêmios também reservaram momentos de grande emoção. A equipe Deley Materiais de Construção comemorou intensamente a conquista de um barco e contagiou o público presente. A equipe Chama no Zoom celebrou o prêmio de 50 HP destinado às primeiras inscrições pagas.
A equipe Bar do Russo, número 170, conquistou dois prêmios, entre eles a carretinha destinada aos participantes com presença validada na Barqueata.
O procedimento dos sorteios permaneceu aberto à fiscalização. Antes da colocação das bolinhas no globo, o protocolo convidou representantes das equipes para realizar a conferência. Os participantes também puderam acompanhar e auxiliar na retirada das bolinhas durante o sorteio ao vivo.
O resultado de 2026 mostrou que o Torneio continua vivo, relevante e capaz de se renovar. A união com o Festival Ocupe o Lago, o Pedal Solidário e o Festival da Costela ampliou a presença de famílias e criou novas razões para visitar o Centro Náutico.
Mais do que uma competição, o Torneio representa a história de uma cidade que perdeu seu maior patrimônio natural, mas se recusou a abandonar sua vocação turística.
O peixe volta para o rio. A contribuição permanece em Guaíra e ajuda o Hospital AssisteGuaíra a continuar a cuidar de vidas.
A realização foi do Hospital AssisteGuaíra, com apoio da Itaipu Binacional, do Itaipu Parquetec e do Município de Guaíra.
O Município de Guaíra apoiou, no domingo, 27 de setembro, a realização do 1º Pedal Solidário. A atividade reuniu 116 ciclistas em dois percursos preparados para apresentar paisagens urbanas, rurais e naturais do município, além de contribuir com o Hospital AssisteGuaíra.
Desde as primeiras horas da manhã, bicicletas, capacetes, camisetas e grupos de amigos passaram a ocupar o Centro Náutico Marinas. O café da manhã antecedeu a largada e criou o primeiro momento de confraternização entre participantes locais e visitantes.
Os ciclistas puderam escolher entre um trajeto curto, com aproximadamente 15 a 17 quilômetros, e um percurso longo, entre 35 e 40 quilômetros.
As rotas seguiram por ruas, estradas e áreas naturais de Guaíra. Um dos pontos que mais chamou a atenção foi a passagem pela mata do quartel, cenário que apresentou aos participantes uma parte diferente do município.
O percurso reuniu esporte, contato com a natureza, desafio pessoal e cicloturismo. Para quem veio de outras cidades, a atividade também funcionou como porta de entrada para conhecer Guaíra.
Um casal de Cascavel, que participou pela primeira vez de um pedal no município, destacou a beleza e a diversidade do trajeto. Acostumados a eventos semelhantes em outras cidades, os dois avaliaram que o percurso guairense possui características diferenciadas e manifestaram o desejo de retornar para futuras edições.
O relato sintetiza uma das principais contribuições do Pedal Solidário: mostrar que as paisagens de Guaíra podem gerar experiências esportivas capazes de atrair visitantes, movimentar serviços e ampliar a permanência das pessoas no município.
A estrutura ofereceu sinalização, pontos de apoio, água, frutas, seguro contra acidentes pessoais, carro de apoio, camiseta, café da manhã, almoço, medalha para quem concluiu o percurso e sorteio de brindes.
Mais do que completar uma distância, cada ciclista pedalou por uma causa coletiva. As inscrições tiveram finalidade beneficente e ajudaram o Hospital AssisteGuaíra, instituição que atende moradores do município e pacientes da região.
O Pedal integrou o fim de semana do Festival Ocupe o Lago, ao lado do Torneio Internacional de Pesca Esportiva e do Festival da Costela. Essa união permitiu que os participantes, depois de concluírem o trajeto, permanecessem no Centro Náutico e aproveitassem as atividades náuticas, a gastronomia e as apresentações culturais.
A primeira edição deixa uma base importante para o futuro. O número de participantes, a avaliação positiva do trajeto e a presença de ciclistas de outros municípios confirmam o potencial de Guaíra para integrar o calendário regional do cicloturismo.
Novas edições poderão ampliar a divulgação dos percursos, atrair grupos de diferentes cidades e apresentar outros caminhos, comunidades e paisagens do município.
O 1º Pedal Solidário mostrou que cada quilômetro pode representar muito mais do que esforço físico. Pode apresentar um destino, criar amizades, fortalecer o turismo e ajudar a manter aberta a porta de um hospital.
A realização foi do Hospital AssisteGuaíra, com apoio da Itaipu Binacional, do Itaipu Parquetec e do Município de Guaíra, em parceria com o MTB Guaíra.
O Município de Guaíra, por meio da Diretoria de Comunicação Social e Imprensa (DICSI), vinculada ao Gabinete do Prefeito, realizou, no dia 26 de setembro, um registro fotográfico especial que captou a Lua no horizonte antes do amanhecer, a impressão era de que o astro se encontrava sobre a Ponte Ayrton Senna.
A imagem reúne, em um mesmo cenário, a beleza da Lua, da Ponte Ayrton Senna, do Lago de Itaipu e do Rio Paraná, elementos que integram a paisagem e a identidade visual de Guaíra.
O registro destaca a singularidade dos cenários naturais e urbanos do Município, especialmente nos primeiros momentos do dia, quando a luz do amanhecer transforma a paisagem e proporciona diferentes perspectivas de seus principais cartões-postais.
Por meio do trabalho fotográfico realizado pela DICSI, o Município busca valorizar, documentar e divulgar as belezas de Guaíra, afim de apresentar à população e aos visitantes diferentes olhares sobre um território marcado pela natureza, pela paisagem e por referências que fazem parte da identidade guairense.
Para informações relacionadas a pasta turística do Município de Guaíra, entre em contato com a Diretoria de Turismo, localizada no Centro Náutico Marinas, no prédio administrativo em frente as escadarias de acesso a arena, ou pelo telefone (WhatsApp) (44) 3642–4426. Acesse: Guaíra turística
O Município de Guaíra apoiou, nos dias 26 e 27 de setembro, a realização do 32º Torneio Internacional de Pesca Esportiva. A competição reuniu 170 equipes e 497 atletas pescadores nas águas do Rio Paraná e reafirmou uma história construída sobre turismo, preservação ambiental, solidariedade e capacidade de recomeçar.
Para compreender o significado do Torneio, é necessário voltar a 1982. Naquele ano, a formação do reservatório da Usina Hidrelétrica de Itaipu cobriu as Sete Quedas. Guaíra perdeu um dos maiores espetáculos naturais do mundo, mas também viu desaparecer parte de sua identidade turística, de sua economia e do futuro que imaginava construir.
A cidade poderia ter aceitado aquela perda como um ponto final. No entanto, moradores, empresários e representantes do poder público se recusaram a permitir que a vocação turística de Guaíra também desaparecesse sob as águas.
Em 1983, o recém-formado Iate Clube de Guaíra, com a participação da iniciativa privada, da classe empresarial e do poder público, criou o Torneio Internacional de Pesca. A competição nasceu como resposta a um período de perdas e como tentativa de reunir novamente as pessoas ao redor do mesmo rio que havia levado tanto, mas que ainda possuía muito a oferecer.
Até 1990, o Torneio tinha como sede a antiga Prainha, na área central. Com a construção do Centro Náutico Marinas, a competição ganhou uma estrutura mais adequada para receber pescadores, familiares e visitantes.
Ao longo das décadas, o Torneio acompanhou as transformações da sociedade. Durante muitos anos, os peixes capturados eram retirados do rio, pesados e apresentados ao público. Naquele período, essa prática refletia a compreensão predominante sobre pesca e preservação.
Com o avanço da consciência ambiental, a competição adotou, em 2019, a modalidade “Pesque, Fotografe, Grave e Solte Vivo”. A emoção, a técnica e a tradição permaneceram, mas os exemplares passaram a retornar ao Rio Paraná.
Outra transformação decisiva começou a ser construída em 2016, quando Guaíra enfrentou uma nova perda: o município ficou sem hospital em funcionamento.
A Associação Assistencial de Guaíra, entidade fundada décadas antes e que havia mantido o Lar São Francisco de Assis, aprovou, em 15 de março de 2016, sua atuação na área hospitalar. A instituição alugou e reformou o prédio do antigo Hospital Santa Rita e mobilizou poder público, voluntários, profissionais, empresas e entidades.
Em 1º de dezembro de 2016, o Hospital Beneficente AssisteGuaíra iniciou os atendimentos. A unidade nasceu do esforço coletivo para devolver à população o direito de encontrar internação, cirurgias, partos e cuidados hospitalares dentro do próprio município.
Foi assim que duas histórias, criadas em momentos diferentes, passaram a carregar a mesma essência.
Quando Guaíra perdeu as Sete Quedas, fez nascer o Torneio. Quando ficou sem hospital, fez nascer o AssisteGuaíra.
Em 2018, uma lei municipal estabeleceu que, a partir da 26ª edição, o Torneio passaria a ser organizado pelo AssisteGuaíra. As duas histórias finalmente se encontraram: uma tradição criada para ajudar Guaíra a recomeçar passou a contribuir com uma instituição criada para cuidar e salvar vidas.
Desde então, a inscrição não representa somente o valor de participação em uma competição. Ela também funciona como contribuição para a manutenção do Hospital. Toda a renda líquida do Torneio é destinada ao AssisteGuaíra.
Na edição de 2026, as inscrições somaram uma arrecadação bruta de R$ 136 mil. Cada equipe pagou R$ 800 e pôde reunir até três pescadores, o equivalente a aproximadamente R$ 266,67 por integrante quando o valor foi dividido entre os três participantes.
A última semana de inscrições começou com cerca de 50 equipes confirmadas. A mobilização dos pescadores, organizadores, parceiros, apoiadores e da comunidade elevou esse número para 170 equipes.
O total colocou a 32ª edição entre as três maiores participações da série histórica compilada, atrás apenas de 2024, com 216 equipes, e de 2022, com 173.
Em 2017, na 25ª edição, o Torneio reuniu 135 equipes. Em 2019, foram 150. O retorno de 2022 recebeu 173 equipes. Em 2023, foram registradas 160 inscrições. O recorde chegou em 2024, com 216 equipes. Em 2025, a competição voltou a reunir 160 equipes. Já em 2026, o total alcançou 170 equipes, crescimento de 6,25% em relação ao ano anterior.
O valor da inscrição também acompanhou a ampliação da estrutura, da finalidade beneficente e da premiação. Em 2017, a taxa era de R$ 250 por equipe. Em 2022, o primeiro lote custou R$ 600. Em 2023, o valor foi de R$ 700. Em 2025, chegou a R$ 900. Na 32ª edição, a organização estabeleceu o valor de R$ 800.
A premiação de 2026 reuniu 13 superprêmios: seis motores de popa, cinco barcos de alumínio e duas carretinhas. O regulamento também destinou sorteios específicos às equipes com participação feminina, às primeiras inscrições pagas, aos participantes da Barqueata e às embarcações presentes na água durante a largada.
A presença feminina representou 33% dos 497 competidores. Os homens corresponderam a 67%. Entre as equipes, 96% participaram com três integrantes e 4% com dois.
O Paraná concentrou 95,3% dos pescadores. O Torneio também recebeu representantes de Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Paraguai, o que preservou seu caráter internacional.
A prova registrou mais de 68 capturas válidas. Foram 15 tucunarés, três dourados, 14 peixes de ceva e 36 peixes de couro. Todos os exemplares validados seguiram o procedimento de fotografia, gravação, medição e soltura.
Na categoria Tucunaré, a Kabellera Fishing venceu com 140,5 pontos e também apresentou o maior exemplar, com 49,5 centímetros. A Área 51 ficou em segundo lugar, com 125 pontos, e a Apam RA Team Consultoria Fitness conquistou a terceira colocação, com 119 pontos.
Na categoria Dourado, a equipe João Medeiros venceu com 143 pontos e registrou o maior exemplar, com 71,5 centímetros. O Clube do Anzol Vazio ficou em segundo lugar, com 68 pontos.
Entre os peixes de ceva, a equipe Os Criticoso conquistou o primeiro lugar, com 139 pontos. Posto Maringá ficou em segundo, com 125 pontos, e Os Amigos alcançou a terceira posição, com 111,5 pontos. A equipe Alfa Sierra apresentou a maior piapara, com 58 centímetros.
Na categoria Peixes de Couro, a equipe Os Cuiudo venceu com 205 pontos. A Sixseven ficou em segundo lugar, com 200,5 pontos, e a Shem 001 conquistou a terceira colocação, com 192,5 pontos. O maior exemplar foi um armado de 75 centímetros, apresentado pela equipe Aqui Tem as Coisas.
Os sorteios dos superprêmios também reservaram momentos de grande emoção. A equipe Deley Materiais de Construção comemorou intensamente a conquista de um barco e contagiou o público presente. A equipe Chama no Zoom celebrou o prêmio de 50 HP destinado às primeiras inscrições pagas.
A equipe Bar do Russo, número 170, conquistou dois prêmios, entre eles a carretinha destinada aos participantes com presença validada na Barqueata.
O procedimento dos sorteios permaneceu aberto à fiscalização. Antes da colocação das bolinhas no globo, o protocolo convidou representantes das equipes para realizar a conferência. Os participantes também puderam acompanhar e auxiliar na retirada das bolinhas durante o sorteio ao vivo.
O resultado de 2026 mostrou que o Torneio continua vivo, relevante e capaz de se renovar. A união com o Festival Ocupe o Lago, o Pedal Solidário e o Festival da Costela ampliou a presença de famílias e criou novas razões para visitar o Centro Náutico.
Mais do que uma competição, o Torneio representa a história de uma cidade que perdeu seu maior patrimônio natural, mas se recusou a abandonar sua vocação turística.
O peixe volta para o rio. A contribuição permanece em Guaíra e ajuda o Hospital AssisteGuaíra a continuar a cuidar de vidas.
A realização foi do Hospital AssisteGuaíra, com apoio da Itaipu Binacional, do Itaipu Parquetec e do Município de Guaíra.
O Município de Guaíra, por meio da Diretoria de Comunicação Social e Imprensa (DICSI), vinculada ao Gabinete do Prefeito, realizou mais um registro fotográfico da biodiversidade presente no território municipal. Desta vez, o destaque é o João-pinto (Icterus croconotus), registrado no Centro Náutico Marinas.
Pertencente à família Icteridae, o João-pinto é uma ave passeriforme também conhecida, em algumas regiões, como corrupião ou sofrê. A ave chama atenção pela plumagem de coloração laranja-vivo, especialmente nas costas, cabeça e ventre
A espécie alimenta-se de frutas, néctar, insetos e pequenos invertebrados e habita principalmente campos arborizados e regiões abertas. Possui uma característica interessante, pode utilizar ninhos já construídos por outras aves, como joão-de-barro, xexéu e caturrita, além de eventualmente construir seu próprio ninho em cavidades de madeira.
Para os amantes do turismo de observação de aves (birdwatching), Guaíra apresenta um potencial expressivo. A diversidade de ambientes naturais proporciona condições para a presença de diferentes espécies e transforma atividades de caminhada, contemplação e fotografia em experiências de contato direto com a natureza.
A biodiversidade de Guaíra não está restrita a áreas distantes ou isoladas. Ela também pode ser percebida em espaços inseridos na própria área urbana, como demonstra o registro realizado no Centro Náutico Marinas.
Por meio dos registros realizados pela DICSI, o Município busca valorizar, divulgar e fortalecer o reconhecimento da fauna local, contribuir para ampliar o conhecimento da população sobre as espécies que compõem o patrimônio natural de Guaíra e divulgar o potencial do território para o turismo de natureza e a observação de aves.
Guaíra preserva, em seus diferentes cenários, uma biodiversidade que merece ser conhecida, valorizada e protegida.
Antes que as notícias coubessem na palma da mão, era preciso levá-las até as pessoas. Nas ruas brasileiras, jornaleiros anunciavam as manchetes em voz alta e vendiam os exemplares que carregavam consigo. Mais tarde, as bancas se tornaram pontos de encontro para quem queria ler o jornal, folhear uma revista ou simplesmente conversar sobre os acontecimentos do dia. É essa profissão, ligada há mais de um século à circulação da informação no país, que recebe homenagem em 30 de setembro, Dia do Jornaleiro.
O trabalho mudou com o tempo. Vieram novas formas de distribuir jornais e, depois, as notícias passaram a chegar também pelo rádio, pela televisão e pelas telas dos celulares. Ainda assim, entregar um jornal impresso conserva algo singular: alguém percorre um caminho para colocá-lo nas mãos de outra pessoa. Em Guaíra, esse caminho tem uma figura conhecida por quase toda a cidade.
Seu nome é Antônio Luiz Aver, mas basta dizer Zico Jornaleiro. Há quase 40 anos, ele percorre Guaíra de bicicleta para entregar jornais em casas e comércios. Atualmente, distribui dois periódicos impressos, o Jornal Rio Paranazão e o Umuarama Ilustrado. Zico é o único profissional que ainda faz esse serviço pelas ruas do município.
Ao longo de tantos anos, a rota de entrega também virou uma rota de amizades. Zico conhece gente por toda parte, sabe das novidades, reconhece rostos e endereços. Quem o encontra costuma receber, além do jornal, um sorriso e uma conversa. Mesmo debaixo de chuva, ele segue com a simpatia que se tornou sua marca.
A história dos jornaleiros ajuda a contar como a informação circulou entre gerações. Houve quem anunciasse as manchetes pelas ruas, quem atendesse leitores atrás de uma banca e quem, como Zico, pedalasse de porta em porta. Os meios de comunicação se transformaram; o valor de aproximar as pessoas da notícia atravessou essas mudanças.
Neste 30 de setembro, o Município de Guaíra homenageia todos os profissionais que fizeram parte dessa história e presta um reconhecimento especial a Zico. Na fotografia produzida pela Diretoria de Comunicação Social e Imprensa (DICSI), ele segura os jornais e sorri para a câmera. Para os guairenses, a cena é familiar. Afinal, há quase quatro décadas, é assim que a notícia chega a muitas portas da cidade.
O Município de Guaíra, por meio da Secretaria Municipal de Turismo, Esporte e Cultura (SEMTEC), apoia a realização do 8º GX Extreme, nos dias 21 e 22 de novembro, no Centro Náutico Marinas. Promovido pela Associação dos Esportistas de Guaíra, o evento reúne caiaque, ciclismo e corrida em uma programação para quem gosta de desafio, emoção e daquela satisfação de cruzar a chegada após dar o melhor de si.
Com as paisagens do Centro Náutico Marinas como cenário, a competição coloca à prova o preparo físico, a concentração e a persistência dos participantes. Na água, no pedal e na corrida, cada etapa exige disposição para seguir em frente. Nas provas por equipes, entra em cena outro ingrediente: a confiança em quem compartilha o desafio.
É hora de chamar aquele amigo que manda bem na bike, quem tem fôlego para correr e quem encara o caiaque com determinação. O triathlon em trio reúne as três modalidades em revezamento. Já o duathlon em dupla combina ciclismo e corrida. Para os atletas que desejam encarar todas as etapas da modalidade escolhida, as duas provas também terão disputa solo. A programação inclui ainda uma corrida de 5 quilômetros.
No sábado, 21 de novembro, as provas de revezamento do triathlon e do duathlon têm início às 16h30. A corrida de 5 quilômetros está prevista a partir das 19h, conforme o cronograma. No domingo, 22 de novembro, as disputas solo começam a partir das 7h30, também de acordo com o cronograma do evento.
O GX Extreme é um convite para transformar o treino em experiência, reunir parceiros e descobrir até onde a determinação pode levar. Cada participante chega com uma meta, mas todos compartilham a mesma oportunidade: viver o esporte em um dos cenários mais bonitos de Guaíra e fazer de cada etapa uma conquista.
Monte sua equipe, escolha o desafio e prepare-se para o 8º GX Extreme! As informações e os acessos às inscrições estão disponíveis na página da RaceMS.
O Município de Guaíra apoiou, no domingo, 27 de setembro, a realização do 3º Festival da Costela, no Centro Náutico Marinas. A edição reuniu 12 equipes, vendeu os 800 almoços disponibilizados e transformou gastronomia, confraternização e solidariedade em apoio direto ao Hospital AssisteGuaíra.
Desde as primeiras horas da manhã, o aroma da costela tomou conta do Centro Náutico. As equipes iniciaram os preparativos às 6h e utilizaram diferentes técnicas, temperos e estruturas. Churrasqueiras, tambores, latões e equipamentos giratórios deram forma a receitas distintas, preparadas com cuidado e identidade própria.
De acordo com o regulamento, cada equipe poderia reunir até quatro integrantes e deveria assar e doar ao evento, no mínimo, 40 quilos de costela bovina. Com 12 equipes participantes, o Festival recebeu pelo menos 480 quilos de carne para o almoço beneficente.
A preparação utilizou exclusivamente lenha ou carvão. Cada grupo ficou responsável pela aquisição da carne, pelos temperos, pelos utensílios e pelos equipamentos necessários. A organização disponibilizou churrasqueiras de tijolos às equipes que optaram pela estrutura oferecida no local.
Às 11h15, as receitas seguiram para a avaliação do corpo de jurados. Os critérios contemplaram sabor, com peso maior na nota final, ponto de cozimento, textura, aroma e apresentação. As notas variaram de cinco a dez pontos, com a possibilidade de frações de meio ponto.
Após a avaliação, a equipe Azul Transporte Aéreo conquistou o primeiro lugar do 3º Festival da Costela. A equipe da Câmara Municipal de Guaíra alcançou a segunda colocação, enquanto o Espaço Alma ficou em terceiro lugar.
A responsabilidade pela escolha das melhores receitas ficou com profissionais que reuniram experiência em gastronomia, churrasco, competições culinárias, gestão de restaurantes e realização de eventos.
Rodrigo Fleming Lima, conhecido como Tiziu, atua há mais de nove anos no ramo de churrascos e eventos corporativos, com atendimento a grandes empresas e cooperativas. É juiz credenciado pela Kansas City Barbeque Society (KCBS), compete na modalidade American Barbecue e soma mais de 14 anos de participação no Concurso do Peixe de Maripá, com diversos títulos. Em 2026, conquistou a sexta colocação no Festival da Costela de Santa Helena, entre 198 competidores.
Luiza Negrini trabalha há 14 anos na área gastronômica, com experiência em cozinha profissional e gestão de operações em restaurantes. Formada em Gastronomia e pós-graduada em Cozinha Brasileira, atuou em estabelecimentos de Jaraguá do Sul e Balneário Camboriú, em Santa Catarina. Em 2025, participou como jurada do Concurso do Peixe Recheado e Desossado de Maripá. Atualmente, exerce a função de líder operacional no segmento de restaurantes.
Também integraram o corpo de jurados Auro e Sônia Brambila, responsáveis pela A&S Buffet e Eventos. A empresa possui mais de 22 anos de atuação em Guaíra e na região, com serviços prestados em casamentos, aniversários, confraternizações e eventos empresariais. A trajetória reúne experiência na elaboração de cardápios, no preparo de alimentos e no atendimento ao público.
A experiência dos quatro jurados garantiu uma avaliação técnica e criteriosa, com atenção às características de cada receita e aos critérios estabelecidos pelo regulamento. A decisão do júri foi soberana.
O almoço reuniu famílias, moradores, visitantes, pescadores e ciclistas que participavam da programação especial dos dias 26 e 27 de setembro. O Festival integrou o fim de semana 4 em 1, ao lado do 32º Torneio Internacional de Pesca Esportiva, do 1º Festival Náutico Ocupe o Lago e do 1º Pedal Solidário.
Enquanto as equipes serviam as diferentes receitas de costela, o Centro Náutico Marinas também recebeu atividades náuticas, apresentações culturais e a movimentação da competição de pesca. A integração ampliou o público e transformou o espaço em um grande ponto de encontro às margens do Rio Paraná.
A edição de 2026 deu continuidade a uma trajetória iniciada em 2024. Naquele ano, o primeiro Festival reuniu 16 equipes, responsáveis pela doação mínima de 40 quilos de costela cada, e organizou oito estações de atendimento. Guto Gourmet conquistou o primeiro lugar, seguido pelo Cartório Bar, na segunda colocação, e pela equipe 5ª Categoria, em terceiro.
Em 2025, a segunda edição apresentou dez estações gastronômicas e consolidou a atividade na programação beneficente. Em 2026, as 12 equipes e a venda total dos 800 almoços confirmaram o crescimento da participação popular e a força do Festival como instrumento de mobilização comunitária.
Mais do que uma competição gastronômica, o Festival da Costela reuniu pessoas dispostas a doar tempo, trabalho, conhecimento, carne e estrutura em benefício de uma instituição essencial para Guaíra e região.
Cada ingresso vendido representou uma contribuição para o Hospital AssisteGuaíra. Por trás de cada prato servido, existiu o trabalho voluntário de equipes que permaneceram no local desde a madrugada, o apoio de parceiros e a participação de uma comunidade que escolheu ajudar enquanto compartilhava um almoço especial.
A realização foi do Hospital AssisteGuaíra, com apoio da Itaipu Binacional, do Itaipu Parquetec e do Município de Guaíra
O Município de Guaíra manifesta profundo pesar pelo falecimento do ex-servidor público municipal José Idalino Elias, ocorrido em 28 de setembro de 2026, aos 84 anos.
Nascido em 29 de outubro de 1941, em Ouro Fino, Minas Gerais, José Idalino era filho de Honório Ferraz Idalino de Góis e Maria Francisca dos Santos. Em Guaíra, construiu parte importante de sua história pessoal, familiar e profissional.
José Idalino ingressou no quadro de servidores do Município de Guaíra em 1º de abril de 1987. Dedicou mais de 20 anos ao serviço público municipal, até 31 de outubro de 2007, quando encerrou sua trajetória funcional em razão da aposentadoria.
Ao longo dessas duas décadas, fez parte da história do funcionalismo público de Guaíra e contribuiu, por meio de seu trabalho, para os serviços prestados à população.
O velório ocorreu na Capela Mortuária Central de Guaíra, e o sepultamento foi realizado no Cemitério Central de Guaíra, às 17 horas do dia 28 de setembro.
Neste momento de despedida, o Município de Guaíra se solidariza com os familiares e amigos de José Idalino Elias e expressa gratidão pelos anos de dedicação ao serviço público municipal.
Que sua trajetória e as lembranças construídas ao longo de sua vida permaneçam na memória de seus familiares, amigos e de todos aqueles que tiveram a oportunidade de conviver com ele.
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